sexta-feira, maio 17, 2013



MELHORIAS PARA O TRANSPORTE COLETIVO

Atualmente as pessoas perdem muito tempo em seus deslocamentos. A vias de nossa cidade priorizam a circulação dos automóveis, deixando para um segundo plano a circulação dos ônibus. O sistema BRS
(Bus Rapid Service) ou VLP (Veículo Leve sobre Pneus) será implantado ao longo das vias Dorival de Oliveira, João Maria da Fonseca, Centenário e Ely Correa, até o entroncamento com a Avenida Antônio Gomes Correa no Parque dos Anjos. O Sistema é inteligente e programa a abertura das sinaleiras, priorizando a passagem dos ônibus.

 
 
Os recursos já estão disponíveis. Serão investidos R$ 67 milhões em um projeto que integra o trânsito com a Avenida Flores da Cunha em Cachoeirinha. O Governo do Estado é o responsável por esta obra.
Minha luta é por um Transporte Coletivo de qualidade, a partir de um sistema de transporte inteligente, eficiente e por consequência de baixo custo. Em Gravataí propus a criação de um Comitê Municipal de Mobilidade Urbana, participe também nossas atividades para acompanharmos a implantação deste e de outros projetos. 


 

quarta-feira, maio 15, 2013

COMPENSAÇÃO AMBIENTAL


Apresentei Projeto de Lei que tramita na Câmara de Vereadores de Gravataí, onde para cada apartamento ou loja construídos em Gravataí, deve ser plantada uma árvore. Pois existem tramitando, na Prefeitura, para aprovação mais de 24000 novas unidades habitacionais. Com o meu Projeto aprovado, só agora serão 24000 novas árvores plantadas na cidade.

INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE USUÁRIOS DE DROGA

INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE USUÁRIOS DE DROGA

Apresentei um Projeto de Lei na Câmara de Vereadores de Gravataí com o propósito de agilizar os processos de internação de usuários de droga que estejam pondo em risco suas vidas. Destina-se a garantir a internação, mesmo com a contrariedade do próprio usuário. Apresentei o Projeto porque já vi muitas situações onde usuário estava tão doente que se negava a ingressar em um tratamento. O uso de drogas é uma epidemia e deve ser encarado como tal. Espero contribuir com o debate e com a consolidação desta política pública.


 

terça-feira, maio 14, 2013

 
DROGADIÇÃO E A INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA

Na Sessão da Câmara de Vereadores desta quinta-feira, 09-05-2013, Apresento um Projeto de Lei de extrema importância para os cidadãos de Gravataí. Aqui publico a íntegra da Justificativa que acompanha
o meu protocolo. Também anexo imagem com a íntegra do Projeto de Lei. Inicia o debate e espero que rapidamente tenhamos a aprovação do projeto e a implantação imediata implementação da minha proposta que cria uma Política Municipal de Internação Compulsória de usuários de droga que estejam colocando em risco a sua própria vida.

“A utilização de drogas têm destruído muitas vidas e especialmente o crack ceifa os sonhos e as esperanças de muitos, que ainda jovens são cooptados pela droga. O consumo do crack aumentou muito nos últimos anos, espalhou-se por todas as classes sociais e pode ser considerado uma epidemia. Os viciados perdem seus vínculos com a família e com a sociedade, não querendo outra coisa a não ser consumir mais drogas. A consciência se vai e a pessoa perde sua dignidade, passa a viver em um mundo surreal e muitas vezes definha até a morte. Normalmente rejeitam o tratamento, e por isso, muitos especialistas têm defendido a internação compulsória desses dependentes. Mas, quando se fala de internação compulsória, parte da sociedade se posiciona contrariamente, defendendo que o direito de ir e vir que fica prejudicado e que a vontade do dependente químico deveria ser respeitada. Porém, a dependência química tem que ser tratada como a doença complexa que de fato é, levando em consideração que a maioria dos dependentes está em risco constante de vida, causando danos para si próprios. Um caminho doloroso, onde a pessoa é vítima e sua família se torna refém daquela condição, muitas vezes adoecendo junto com o usuário de droga.

Dados do Ministério da Saúde revelam que 25% dos usuários morrem por crime e outros 25% por comorbidade (doenças relacionadas ao uso de drogas e as condições precárias em que vivem). Segundo alguns especialistas, durante meses o viciado não tem condições psicológicas para tomar decisões, fica completamente desprovido da capacidade de escolher, sem autonomia. O tratamento da dependência ao crack é mais difícil, por que os usuários demoram mais a aceitá-lo. Algumas cidades, como, por exemplo, São Paulo, que usaram a estratégia de convencimento durante alguns anos, sem muitos resultados positivos, agora buscam outra estratégia.

Para sustentar o vício, a maioria dos dependentes comete crimes que primeiramente são contra a própria família e quando acaba esta “fonte”, a sociedade, de forma geral, passa a ser o alvo dos crimes cometidos para sustentar o vício.

 Não é raro o registro de casos em que mães, que por desespero, acorrentam ou trancam seus filhos em casa para que eles não saiam e consumam drogas, mantendo-os assim o máximo que podem. Porém, as correntes e as trancas não são suficientes para livrá-los do vício.

Quando conseguem sair de casa passam dias fora, normalmente sem dormir e sem alimentar-se, e quando voltam, estão famintos e maltrapilhos para desespero da família, que tenta mais uma vez mantê-los em casa. Além do apoio familiar, há a necessidade de tratamento de desintoxicação, de apoio psicológico, de trabalho e de reinserção social.

Porém o acesso aos serviços é muito difícil, a burocracia muito pesada e a pessoa não tem consciência do dano que causa a si próprio. Buscando contribuir para melhorar este quadro, apresento este Projeto de Lei que estrutura uma Política de Saúde Pública de Internação Compulsória de Dependentes Químicos. Minha proposta contempla uma ação integrada, multidisciplinar e transversal, com a elaboração de laudos e acelerando estes procedimentos para a internação. Sou um humanista, defendo a liberdade das pessoas, porém o maior direito que todos temos e que deve ser preservado é o direito a Vida!”

Vereador Carlito Nicolait